A gente vai se descobrindo, casualmente, pelos corredores em que a biblioteca insiste em nos conduzir a trilhar. As alas e estantes são tantas quanto as necessidades de encontrar e reconhecer, dentre elas, um caminho para se ler - e viver. Toda busca pede c(alma). Porque parece que é tudo sobre não correr, nem pôr nada para correr... nem mesmo as dores - por não saber onde se deve estar: naquela biblioteca, naquele quarto, naquela mesa de bar, naquele abraço, naquela cidade ou naquele tempo. Porque parece que é tudo sobre não precisar entender ou tentar pôr pra fora aquilo que ainda estar por descobrir, ler e ser.
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